quinta-feira, 17 de agosto de 2017

VEJA ENTREVISTA FHC

ENTREVISTA DO JORNALISTA AUGUSTO NUNES COM O EX-PRESIDENTE FERNANDO HENRIQUE CARDOSO

O Plano Real segundo FHC

https://youtu.be/rsSXuuQ1rus

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PT Real e a Lei de Responsabilidade Fiscal

https://youtu.be/tEVZbJbhaaQ

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Como foi a transição de FHC para Lula

https://youtu.be/uCd1VPBjoIs

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FHC X Privatizações

https://youtu.be/hV7f_jOcOtA

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Privatizaçõe - FHC se arrependeu?

https://youtu.be/BWSPOBs4f_Q

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FHC fala sobre reestatização e do PROES

https://youtu.be/zTJfry7wzwo

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FHC fala sobre o Senado

https://youtu.be/GCCxdNWjUeY

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Acordos - Ministerios e Mensalao

https://youtu.be/DMD6n2MQHys

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Compra de votos na reeleicao

https://youtu.be/jl-ammqkoko

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As obras físicas de FHC

https://youtu.be/T8z4LixNfMQ

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Programas sociais e o Bolsa Familia

https://youtu.be/CvW0L3sLYoc

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SUS e cargos de confiança

https://youtu.be/_DQAF4NDdH8

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Esquerda - direita e bolivarianismo

https://youtu.be/ufvkJYGYPJ4

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FHC - Lula e a política externa

https://youtu.be/WbbYXHEBayk

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Rotina de ex-presidente

https://youtu.be/IVY5dEbIZOs

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quarta-feira, 16 de agosto de 2017

POEMA FEMININO

Resultado de imagem para poema feminino
💏
Que mulher nunca teve:
Um sutiã meio furado,
Um primo meio tarado,
Ou um amigo meio viado?

Que mulher nunca tomou:
Um fora de querer sumir,
Um porre de cair,
Ou um calmante para dormir?

Que mulher nunca sonhou:
Com a sogra morta, estendida,
Em ser muito feliz na vida,
Ou com uma lipo na barriga?

Que mulher nunca pensou:
Em dar fim numa panela,
Jogar os filhos pela janela,
Ou que a culpa era toda dela?

Que mulher nunca penou:
Para ter a perna depilada,
Para aturar uma empregada,
Ou para trabalhar menstruada?

Que mulher nunca comeu:
Uma caixa de Bis por ansiedade,
Uma alface, no almoço,por vaidade,
Ou, um canalha por saudade?

Que mulher nunca apertou:
O pé no sapato para caber,
A barriga para emagrecer,
Ou um ursinho para não enlouquecer?

Que mulher nunca jurou:
Que não estava ao telefone,
Que não pensa em silicone,
Que 'dele' não lembra nem o nome?

domingo, 13 de agosto de 2017

Led Zeppelin recebe homenagem de Barack Obama (2012-12-2)

Evento Kennedy Center Honors também fez tributo a Buddy Guy, David Letterman e Dustin Hoffman.


video

Toda uma geração, incluindo nomes como Jack Black, Foo Fighters, Kid Rock, Lenny Kravitz, Heart e o presidente Barack Obama, homenagearam o Led Zeppelin em Washington D.C. na noite do domingo, 2/12/2012. A banda foi destaque no tributo Kennedy Center Honors, evento de gala realizado anualmente. Outros artistas homenageados na ocasião foram Buddy Guy, a bailarina Natalia Makarove, David Letterman e Dustin Hoffman.

Os integrantes vivos do Zeppelin, Robert Plant, John Paul Jones e Jimmy Page, assistiram à cerimônia ao lado do presidente e a primeira dama usando uma faixa colorida e medalhas concedidas pela Casa Branca em outra cerimônia, realizada horas antes.

Jack Black subiu ao palco no fim da noite, descrevendo o Led Zeppelin como "a melhor banda de rock and roll de todos os tempos", contando sobre como completou a grande missão do rock ouvindo todos os nove discos do Zep um atrás do outro. Descreveu, ainda, como ganhou uma mixtape do Zeppelin no colegial e como a combinação de poder e beleza o tocou e mudou sua vida para sempre.

Com um cenário apropriado, formado por um castelo de pedra, o Foo Fighters, com Dave Grohl na bateria e Taylor Hawkins no vocal, apresentaram "Rock and Roll". Kid Rock, em uma camiseta dourada de caubói, fez a performance de "Babe I'm Gonna Leave You" e "Ramble On". Em seguida foi a vez de Lenny Kravitz com "Whole Lotta Love". Finalmente, Jason Bonham, filho do baterista original John e o baterista do show de reunião da banda em 2007, se juntou a Ann e Nancy Wilson, do Heart, para uma versão e "Stairway to Heaven".


Assista abaixo ao vídeo de Barack Obama fazendo seu discurso de homenagem ao Led Zeppelin. "Quando Jimmy Page, Robert Plant, John Paul Jones e John Bonham surgiram na cena musical, no final da década de 60, o mundo levou um choque", disse o presidente. "Tinha um cantor com juba de leão e voz de banshee, um prodígio da guitarra que levava o queixo das pessoas ao chão, um tecladista que se igualava e um baterista que tocava como se a vida dele dependesse disso", continuou. "É dito que uma geração de pessoas sobreviveu à angústia adolescente com um par de fones de ouvido e um disco do Zeppelin. E uma geração de pais ficava se perguntando qual era a de todo aquele barulho."


sábado, 12 de agosto de 2017

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Esse pode


Injustiças e penitência social

A Previdência confisca dos pobres e repassa aos ricos
Nota do editor: o artigo abaixo foi publicado no jornal Folha de S. Paulo
Se você ainda duvida da insaciabilidade do parasitismo estatal, avalie a proposta da reforma da previdência em tramitação e pense novamente.
Em um contexto de continuada irresponsabilidade fiscal, corrupção sistêmica e privilégios injustificáveis, o bom senso exigiria que o governo iniciasse a reforma por cortes na própria gordura, que por sinal não é pouca. O que se nota, no entanto, é que mais uma vez tenta-se impor o ônus da reforma ao pequeno: o cidadão comum que trabalha no setor privado.
Que a reforma é necessária, não há que se debater; com um déficit previdenciário total de cerca de R$ 315 bilhões em 2016 — incluindo governo federal e estados —, a urgência é justificada. Isso não significa, no entanto, que se deva aceitar qualquer reforma. Deve-se levar em conta, como ponto de partida, as distorções do atual regime previdenciário.
No Brasil há dois regimes de previdência: o "Regime Geral", válido para os trabalhadores do setor privado e gerido pelo INSS, e o "Regime Próprio", gerido pelo Ministério da Fazenda, para os funcionários públicos.
O "Geral", que abrange mais de 29 milhões de aposentados e pensionistas — os quais recebem uma aposentadoria média mensal de R$ 1.200 —, acumulou déficit de R$ 150 bilhões no ano passado.
Já o "Próprio", feito para apenas 3 milhões de funcionários públicos civis e militares, somou um déficit maior, de R$ 164 bilhões. Nesta classe estão os cidadãos com maior aposentadoria mensal média: R$ 7.500 para o funcionário público civil, R$ 9.500 para o militar, R$ 18.000 para servidores do Ministério Público Federal, R$ 25.700 para o Judiciário e R$ 28.500 para o Legislativo (confira todos os escandalosos valores aqui).
A existência de dois regimes revela uma realidade execrável: a existência de duas classes de brasileiros, com direitos diferentes. O cidadão ligado ao setor privado é tratado como um cidadão de segunda classe. Ele tem o 'direito' de ser demitido caso não seja competente, e o dever de dar parte do seu salário para sustentar a aposentadoria do cidadão ligado ao setor público. Este, por sua vez, tem o 'direito' a usufruir da renda do trabalho do cidadão de segunda classe, na forma de uma aposentadoria em média quatro vezes maior, e outros privilégios como aposentadoria com salário integral.
De um lado, há os que choram; de outro, os que riem.
Como se vê, a previdência é um grande programa de distribuição de renda às avessas, do pobre para o rico, e seu problema fundamental está no setor público — cuja reforma proposta é extremamente branda.
Isso é justo?
Ainda é tempo de fazer a coisa certa. A reforma deveria estabelecer, além de cortes nos privilégios daqueles ligados ao estado, a unificação dos regimes dos setores privado e público com o estabelecimento de um teto único. Deveria buscar, ainda, proteger a renda do trabalhador, impedindo que recursos seus — como os do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), por exemplo — sejam direcionados aos grandes empresários via BNDES.
A mudança é urgente. Não seremos uma nação desenvolvida a menos que enderecemos desde já as causas fundamentais de nossos problemas sociais e econômicos, que estão no setor público. O governo é o principal concentrador de renda do país.
Um país que decreta classes diferentes de cidadãos fere a moral, e herda consequências fiscais insustentáveis, como o sistema de previdência demonstra. A reforma como está não é nada além de uma gambiarra oportunista para manter a penitência social.

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

CARTOMANTE

Fui na cartomante perguntar se um dia ganharei o que o Neymar ganha, olhem o que deu nas cartas!


Oi amor...


Toalha, mulheres e homens


Temer e a Justiça Brasileira


Se o povo se levantar...


Neymar



Na Índia e no Brasil


Lula lá (na cadeia)



Aproveitem a liquidação


Foto inútil


Futuro advogado


Roubo do Curintia é reembolso


Definição de um COMUNISTA


Espertinho


Cerveja


Celular agora é assim


Aprendendo a fazer bolo


terça-feira, 1 de agosto de 2017

STF decidiu que quem rouba celular que custa menos de R$ 500 não é preso? Não é verdade!

Mensagem que circula na internet deturpa decisão do STF. Supremo mandou extinguir processo contra homem que furtou celular avaliado em R$ 90.
Uma mensagem que circula pelo Facebook e pelo WhatsApp leva em conta uma decisão tomada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para dizer que a partir de agora quem rouba um celular que custa menos que R$ 500 não é preso no Brasil nem que seja em flagrante. NÃO É VERDADE!
"Para conhecimento. O "perdeu, playboy" tá liberado. Quem rouba celular que custa menos que 500 reais não é preso nem em flagrante, decide STF. E se custar mais de 500 reais é solto na audiência de custódia. Bom, nós estamos nas mãos dos bandidos deste país", afirma a mensagem, que tem sido compartilhada por várias pessoas.

Ela não traduz a verdade. Houve, de fato, uma decisão do Supremo Tribunal Federal, em 16 de maio deste ano, que autorizou que fosse trancada uma ação penal contra um homem condenado em primeira instância por ter furtado (e não roubado) um celular avaliado em R$ 90.

Furto é diferente de roubo porque não envolve violência contra a vítima. A pena para furto, por exemplo, é de reclusão de um a quatro anos e multa. Já para roubo, o Código Penal prevê reclusão de quatro a dez anos e multa.

Também não é verdade que ela vale para todos os casos. A decisão foi tomada em um caso específico e não menciona limite de valores. Tão equivocada quanto é a conclusão de que "se custar mais de R$ 500 é solto na audiência de custódia". Essa regra não existe. Além disso, dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) mostram que em 2/3 dos estados as audiências de custódia resultam em mais decisões de prisão preventiva que em liberdade provisória.